Sintegração sobre abertura

A princípio não tinha entendido o conceito da sintregração, mas ao decorrer da aula foi ficando mais explícito os nossos papéis na atividade.

 Bom foram criadas muitas salas com assuntos diferentes, e foi designado um papel para cada pessoa, e esses papéis mudavam a cada rodada(que foram 4).

Os papeis eram:

  •  Observador: que tinha como função observar o que estava sendo discutido e criticado, para o mesmo conseguir auxiliar e anexar ideias na próxima rodada.
  • Crítico: também tem como a função observar e olhar os pontos positivos e os que podem ser melhorados, para que nos 5 minutos restante ele possa elaborar uma crítica construtiva com o papel de auxiliar em uma evolução dos discurssivos.
  • Discurssivos: eles promovem a discussão do tema abordado de cada sala, apresentam ideias, argumentos para sintetizar o assunto.]
Sobre os temas abordados na salas que participei e meu papel em cada uma delas:
  • Primeira rodada: sala 2- Discutir as possibilidades de interfaces com as quais as próprias pessoas engajem para dar continuidade na produção (como proposto por Haque), tendo em mente a mudança de foco do produto para o processo (como proposto por Jones). Discussão- estava perdida no assunto, porém depois comecei a contextualizar sobre como as opniões das pessoas afetam a produtividade e o produto, com várias opniões e várias ideias vão surgindo novas possibilidades, e quando temos várias possibilidades encontramos novas formas de `construção` de algo.
  • Segunda rodada: sala 7- Problematizar as possibilidades na cidade tanto do modelo convencional de arquitetura, quanto do modelo alternativo, no qual o ocupante tem papel principal na configuração do espaço que habita (conforme proposto por Haque). Crítica- assuntos abordados-  Padronização de consumo, padão de produção consumo, Geração de delimitações para não podem sobressair a ordem, interação rígida pode abrir possibilidades, damos exemplo dos conjuntos habitacionais, feitas em grandes escalas, na tentativa de suprir a demanda do povo, então os mesmos migram para esses conjuntos achando que terão uma vida melhor, porém eles tem que seguir normas e padrões colocados, tirando das pessoas a liberdade que antes os mesmos tinham. Critiquei a forma como o assunto foi abordado, e as linhas de raciocínios de cada integrante.
  • Terceira Rodada: sala 12- Discutir as possibilidades do programático, do acaso e a abertura para a interação dialógica. Discussão- Foi discutido como o acaso e a programática interfere na comunicação de pessoas, geralmente pessoas que não se conhecem, por um fator inesperado começam a dialogar entre si sobre assuntos totalmente aleatórios. O exemplo que dei foi de pessoas na fila de um banco, que nunca se viram, mas estavam passando por um acaso comum, assim começaram a dialogar, falando sobre esse tal acaso.
  • Quarta rodada: sala 13- Discutir o que é entendido como objeto/quase-objeto/não-objeto. Observador- Observei que meus colegas conceituram o que era objeto, quase-objeto e um não-objeto, colocando exemplos. Teve alguns momentos que eles se perderam um pouco, mas depois retomaram a linha de raciocínio.






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